Menu do Site

Dilma tem poucas obras a mostrar como Vitrine Eleitoral

A presidente Dilma Rousseff terá pouco o que usar de vitrine durante a pré-campanha. Criticada pela demora do governo em entregar obras, deverá usar anúncios de investimentos e solenidades oficiais como palanque informal neste primeiro semestre. O calendário não prevê grandes projetos.
A partir de julho, quem concorre às eleições e está no cargo não mais poderá participar desses eventos. Mas a legislação não restringe a possibilidade de a presidente da República tirar proveito eleitoral das inaugurações nos primeiros seis meses do ano.
Segundo levantamento feito pela Folha, nas ações que o governo considera mais significativas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), 16 delas têm previsão de serem concluídas até julho, número reduzido se comparado com o que o Planalto tinha para mostrar em 2010.
À época, o ex-presidente Lula planejava entregar 30 obras para Dilma inaugurar, conforme previsão do PAC de 2010. Com quase o dobro das obras que tem para oferecer agora, foi nessa época que a então pré-candidata ganhou o título de "mãe do PAC".
Grandes projetos da era petista, como a usina de Belo Monte, a transposição do rio São Francisco e a ferrovia Transnordestina, ficarão para um eventual segundo mandato de Dilma. Dos projetos que tentou adotar como marcas de seu governo --no setor de portos, de rodovias e ferrovias, por exemplo--, quase nada será entregue neste ano. (Folha de S.Paulo - Tai Nalon)
Divulgue

Poste um comentário: