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Suspeito de lançar rojão pretendia chegar à casa do avô no Ceará

O suspeito de soltar o rojão que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade, Caio  Silva de Souza, de 22 anos, contou após a prisão que pretendia fugir para a casa de um avô na cidade de Ipu no Ceará, quando foi convencido por telefone pela namorada a se entregar à polícia em Feira de Santana (BA), mostrou nesta quarta-feira (12) o Bom Dia Rio.
Caio alegou logo após a prisão que não sabia que o explosivo que matou Santiago era um rojão e sim o explosivo conhecido como "cabeção de nego". Ele pediu ainda desculpas pela "morte de um trabalhador, como ele própio, sua mãe e seu pai".
Três agentes da 17ª DP (São Cristóvão) acompanharam o delegado que investiga o caso, Maurício Luciano de Almeida e Silva, e o advogado de Caio, Jonas Tadeu, na operação que terminou com a entrega de Caio. Homens da polícia baiana deram apoio à operação. A namorada do suspeito também esteve na Bahia durante a rendição. Ele se entregou numa pousada próxima à rodoviária da cidade baiana, que fica a mais de 1,5 mil km do Rio e a 100 km de Salvador.
O chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Fernando Veloso, afirmou que o advogado de Caio, que também representa o outro envolvido no caso já preso, Fábio Raposo, também intercedeu para agilizar a entrega.
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